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Assistir a uma Copa do Mundo nunca mais será como antes. Essa edição do torneio promete transformar não apenas o futebol dentro de campo, mas também a forma como o torcedor acompanha os jogos.
Inteligência artificial, realidade aumentada, dados em tempo real, reconhecimento facial e experiências personalizadas devem mudar completamente a relação entre público e esporte.
A Copa deixou de ser apenas um evento esportivo. Ela se tornou uma experiência digital global. Saiba todas as novidades no artigo de hoje, boa leitura!
O celular é a segunda tela da Copa
Durante muito tempo, assistir futebol significava olhar apenas para a televisão. Hoje, isso mudou.
A maioria das pessoas acompanha os jogos com o celular na mão. Enquanto a bola rola, o torcedor comenta nas redes sociais, vê estatísticas, acompanha memes, recebe notificações e assiste a vídeos curtos dos melhores momentos.
Na Copa de 2026, essa integração deve aumentar ainda mais. Plataformas digitais e redes sociais terão participação central na experiência do evento.
Conteúdos rápidos, cortes automáticos, bastidores e interações em tempo real passam a fazer parte da forma como o público consome futebol. A Copa agora acontece em várias telas ao mesmo tempo.
A inteligência artificial começa a entender o torcedor
A inteligência artificial também será usada para personalizar conteúdo.
Na prática, os sistemas conseguem entender quais seleções, jogadores e tipos de lance mais interessam para cada pessoa. Com isso, o torcedor passa a receber uma espécie de “Copa personalizada”.
Os aplicativos e plataformas podem destacar automaticamente melhores momentos, estatísticas específicas e conteúdos adaptados ao perfil de cada usuário.
Isso significa que duas pessoas assistindo ao mesmo jogo podem receber experiências digitais completamente diferentes nos seus apps.
A transmissão vai ficar parecida com videogame
Uma das mudanças mais visuais da próxima Copa estará nas transmissões. Tecnologias de inteligência artificial e computação gráfica devem tornar os jogos cada vez mais parecidos com videogames esportivos.
Avatares digitais, gráficos em 3D, linhas automatizadas e reconstruções de jogadas em tempo real passam a fazer parte da experiência.
Lances polêmicos poderão ser recriados digitalmente em segundos, permitindo que o público visualize posicionamentos e movimentações com muito mais clareza.
A sensação é de que o torcedor deixa de apenas assistir ao jogo e passa a “entrar” dentro dele.
O futebol virou um oceano de dados
A inteligência artificial também muda a quantidade de informação disponível para quem acompanha os jogos.
Velocidade dos jogadores, distância percorrida, intensidade física, movimentação tática e desgaste corporal poderão aparecer em tempo real durante as partidas.
O torcedor passa a enxergar detalhes que antes ficavam restritos a comissões técnicas e analistas esportivos.
Vale destacar o “Football AI Pro”, um assistente de inteligência artificial criado para atender todas as seleções participantes da Copa. A ferramenta analisa todos os dados de futebol organizados pela FIFA e, entrega relatórios em texto, vídeo, gráficos e visualizações em 3D.
O futebol virou uma enorme operação de coleta e análise de dados.
Avatares 3D e replay volumétrico
Outra novidade importante são os chamados replays volumétricos.
Com ajuda de múltiplas câmeras e inteligência artificial, os lances poderão ser reconstruídos digitalmente em três dimensões. Isso permite visualizar jogadas de qualquer ângulo e entender com mais precisão decisões como impedimentos.
Os jogadores ganham versões digitais temporárias criadas em tempo real. É como congelar a jogada e caminhar virtualmente ao redor dela.
A torcida também virou parte da tecnologia
A experiência digital da Copa não fica restrita aos jogadores. A própria torcida passou a integrar esse ecossistema tecnológico.
Redes sociais, inteligência artificial e ferramentas de criação digital já permitem gerar conteúdos hiper-realistas envolvendo torcedores.
Hoje já existem vídeos criados por IA colocando pessoas “virtualmente” dentro de estádios e transmissões esportivas. A tendência é que experiências imersivas desse tipo cresçam ainda mais durante o torneio.
O torcedor deixou de ser apenas espectador. Ele também virou conteúdo. Se preparem para uma invasão de memes nas redes sociais!
Estádios inteligentes e reconhecimento facial
Os estádios da Copa também devem funcionar como ambientes altamente digitalizados.
Reconhecimento facial, controle automatizado de acesso, monitoramento inteligente e sistemas de análise de fluxo de pessoas serão usados para melhorar a segurança e a organização.
A promessa é reduzir filas, agilizar entradas e aumentar a eficiência operacional. Ao mesmo tempo, essas tecnologias também levantam discussões sobre privacidade, vigilância digital e dependência tecnológica em grandes eventos.
A Copa virou uma experiência contínua
Outro ponto importante é que a experiência da Copa não termina quando o jogo acaba.
A FIFA e as plataformas digitais trabalham cada vez mais para manter o torcedor conectado o tempo inteiro, com conteúdo permanente, interação contínua e experiências digitais que vão além dos 90 minutos.
A Copa passa a existir também fora do estádio e fora da transmissão tradicional.
O torcedor também entrou na era da inteligência artificial
Durante décadas, a tecnologia no futebol era quase invisível para quem assistia ao jogo. Hoje, ela está em todos os lugares.
Sensores, algoritmos, gráficos automatizados, inteligência artificial e plataformas digitais fazem parte da experiência moderna do esporte.
O futebol continua sendo movido por emoção. Mas agora essa emoção é acompanhada, organizada e distribuída por sistemas inteligentes em tempo real.
A próxima Copa do Mundo talvez seja lembrada não apenas pelos gols ou campeões, mas pelo momento em que o futebol entrou definitivamente na era da inteligência artificial.
Semana que vem teremos mais conteúdo sobre tecnologias na Copa de 2026. Valeu!
Entenda mais sobre o assunto assistindo ao vídeo abaixo:
Saiba mais sobre Moisés Béio Cardoso

“Sempre fui apaixonado pelas temáticas que envolviam a comunicação: vídeos, fotos, revistas, e eventos.”, diz Moisés Béio Cardoso, doutor em comunicação e linguagens. Ele nasceu em Blumenau no ano de 1977 e se destacou na área de comunicação e tecnologia.
Atualmente, ele é consultor de comunicação digital e palestrante. Além disso, atua como investidor e Trader na B3.
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