Confira a nova coluna do doutor em Comunicação e Linguagens, Moisés Béio Cardoso
Confira a nova coluna do doutor em Comunicação e Linguagens, Moisés Béio Cardoso

A missão Artemis II marca o retorno de astronautas aos arredores da Lua depois de mais de 50 anos. A última vez que humanos estiveram por lá foi em 1972, ainda no programa Apollo.
Mas a pergunta que realmente importa talvez não seja sobre o futuro da exploração espacial. E sim sobre o presente.
O que aquela corrida tecnológica do passado mudou na sua vida hoje aqui na Terra? Hoje vamos falar de muitas inovações que fazem parte do nosso dia a dia e você nem percebe. Fique com a gente e boa leitura!
Mesmo com provas, muita gente ainda duvida
Antes de falar das tecnologias, um dado chama atenção. Uma pesquisa do Datafolha revelou que cerca de 1 em cada 3 brasileiros não acredita que o homem foi à Lua.
Ao mesmo tempo, essas mesmas pessoas usam todos os dias tecnologias que só existem por causa desse avanço.
Isso mostra que o debate vai além da crença. Ele passa pela compreensão do papel da ciência no nosso cotidiano.
A corrida espacial não ficou no passado
Durante a disputa entre Estados Unidos e União Soviética, cientistas enfrentaram desafios extremos. Era preciso garantir sobrevivência no espaço, comunicação a longa distância, alimentação segura e equipamentos altamente precisos.
Para resolver esses problemas, surgiram tecnologias que depois foram adaptadas para uso comum aqui na Terra. E muitas delas estão mais perto do que você imagina.
Tecnologias da Lua que você usa todos os dias
Algumas dessas inovações são tão populares que quase ninguém as associa ao espaço. A comunicação via satélite, por exemplo, permite GPS, TV e internet. Sem ela, muita coisa simplesmente não funcionaria.
As câmeras dos smartphones também têm ligação com esse avanço. Sensores de imagem foram desenvolvidos para missões espaciais e hoje estão no bolso de praticamente todo mundo.
Outro exemplo recente é o termômetro infravermelho, que se popularizou durante a pandemia. Ele permite medir a temperatura sem contato direto.
Filtros de água mais eficientes, usados em casa, também têm origem em pesquisas para garantir água potável em ambientes extremos.
E até ferramentas sem fio, como furadeiras e aspiradores portáteis, nasceram da necessidade de mobilidade em missões espaciais.
Inovações que você usa sem perceber
Nem todas as tecnologias são tão visíveis, mas estão presentes no dia a dia. O isolamento térmico, por exemplo, ajuda a manter casas mais confortáveis. Ele foi inspirado na necessidade de proteger astronautas de temperaturas extremas.
Alimentos liofilizados (são produtos desidratados a frio), que duram mais tempo, vieram da necessidade de conservar comida no espaço.
Cobertores térmicos usados em emergências seguem o mesmo princípio de proteção contra variações de temperatura.
Na saúde, sensores criados para monitorar astronautas ajudaram no desenvolvimento de equipamentos que acompanham sinais vitais.
Até colchões com espuma mais confortável e lentes de óculos mais resistentes têm relação com esse tipo de pesquisa.
O espaço está mais perto do que parece
A grande virada da corrida espacial não foi apenas chegar à Lua. Foi trazer soluções que hoje fazem parte da rotina de milhões de pessoas.
O celular no seu bolso, a água que você bebe, a forma como você se locomove e até como você cuida da sua saúde têm, de alguma forma, ligação com esse avanço.
O risco de ignorar a ciência
Quando uma parte significativa da população desacredita de um feito histórico comprovado, o problema não é só opinião. É a dificuldade de reconhecer o valor da ciência.
E isso tem impacto direto na forma como a sociedade encara inovação, investimento em pesquisa e desenvolvimento tecnológico.
A missão Artemis II não é apenas sobre voltar à Lua. Ela é um lembrete de que grandes avanços científicos geram efeitos que vão muito além do objetivo original.
No fim das contas, você pode até não pensar na Lua todos os dias. Mas, de alguma forma, você vive cercado pelos resultados de quem chegou até lá.
Nos vemos semana que vem, valeu!
Entenda mais sobre o assunto assistindo ao vídeo abaixo:
Saiba mais sobre Moisés Béio Cardoso

“Sempre fui apaixonado pelas temáticas que envolviam a comunicação: vídeos, fotos, revistas, e eventos.”, diz Moisés Béio Cardoso, doutor em comunicação e linguagens. Ele nasceu em Blumenau no ano de 1977 e se destacou na área de comunicação e tecnologia.
Atualmente, ele é consultor de comunicação digital e palestrante. Além disso, atua como investidor e Trader na B3.
Confira a nova coluna do doutor em Comunicação e Linguagens,
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Eu acho uma tecnologia extremamente inteligente que nos tira muitas duvidas. Eu do os parabens aos astronautas pela coragem e excelente trabalho.