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	<title>Arquivo de encerramento - PortalBnu</title>
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		<title>Das tradições de fim de ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PortalBnu]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Dec 2025 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Crônica de Natal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira a crônica de Thiago Montanha Spinelli </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Talvez um dos primeiros indícios de que o ano está, de fato, acabando, seja quando se recebe o primeiro convite para um encerramento.</p>



<p>&#8211; Uai, mas ainda é novembro.</p>



<p>&#8211; Ah, mas depois ninguém mais tem data.</p>



<p>Ocorre o fatídico e o convívio se estende por mais dois meses, com aquela sensação permanente de se despedir e caminhar na mesma direção.</p>



<p>Um bom encerramento de empresa – ou, no termo atual, uma confra &#8211; tem alguns requisitos. O clima precisa ser de estranhamento no início. Parece que algo não orna, que está fora de lugar. Aos poucos tudo ameniza e você se dá conta de que só nunca tinha visto o Rogério de bermuda.</p>



<p>O assunto varia entre amenidades da empresa e o Flamengo, mas isso é antes&#8230; antes de entrar o lubrificante social. Em parcos minutos as rodas se formam e entra em cena o único motivo de a festa da firma existir: o Cláudio. Aqui falamos do Cláudio hipotético, cada firma tem o seu. Cláudio é o protagonista do evento. É o primeiro a dar um abraço suado no patrão e propor um brinde a “esse cara, esse cara que é o cara”. O patrão ruboriza, mas nem se percebe, porque parece que deram com uma Havaianas na cara do Cláudio, de tão vermelho que ele já está.</p>



<p>Cláudio segue sua empreitada rumo ao descrédito, entornando como um viking, esmerilhando o salão e balançando mais que a ponte do Salto. Em um breve momento de lucidez lembra que seria bom comer algo, “pra não ficar muito passado”. Escora-se na mesa de petiscos com tamanha habilidade que, da cozinha, um jovem auxiliar chora.</p>



<p>Cláudio é uma dessas almas inquietas, passa de roda em roda, conta a mesma piada em todas elas, a mesma do ano passado, e vai deixando sua impressão. Mas aqui, quando falamos de impressão, não nos referimos a alguma marca indelével de sua personalidade, mas a um registro mais, digamos, olfativo.</p>



<p>O poderio bélico de Cláudio após esse consumo desenfreado é tamanho que alguém sugere chamar a BRK Ambiental, porque isso só pode ser problema de fossa. E Cláudio segue impávido, na certeza da impunidade e de que alguém não está passando muito bem.</p>



<p>Ao fim, já bocejante e engatando a reduzida, Cláudio encerra, com abraços calorosos, beijos exagerados e excessos de tapas nas costas. Sai caminhando como se estivesse em um longo guichê sem filas e você, que recebeu todo o afago da despedida, percebe que também vai caminhar na mesma direção.&nbsp;<br><br><em>Por Thiago Montanha Spinelli&nbsp;</em></p>
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