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Blumenau na Netflix: influencer fala sobre participação em “Meu Namorado Coreano”

Day Broniczak participa dos episódios especiais de react do doc-reality da plataforma de streaming

A criadora de conteúdo Day Broniczak, de 39 anos, é um dos nomes que participam dos episódios especiais de react do doc-reality “Meu Namorado Coreano”, uma produção inédita da Netflix que estreou em janeiro. Ela integra o grupo de convidados que comenta e reage às histórias vividas pelas participantes do programa, que acompanha brasileiras em relacionamentos com sul-coreanos durante uma temporada em Seul.

Segundo ela, o convite para participar dos reacts aconteceu de forma espontânea e alinhada com o conteúdo que já desenvolve nas redes sociais. “Meu conteúdo sempre transitou entre humor, emoção e a cultura coreana, então quando o projeto apareceu, fez total sentido”, relata.

Os episódios extras reúnem influenciadores e personalidades conhecidas do público, como Gabriel Kim, Bruno Won Sim, Isabella Lee, João Guilherme, Márcia Sensitiva, Nicole Bahls e Pequena Lo. Para Day, acompanhar os episódios em grupo tornou a experiência ainda mais especial. “Foi uma experiência riquíssima. Estar com outros influenciadores, cada um com sua bagagem e visão, trouxe conversas, risadas sinceras e muitos ‘meu Deus, isso daria um episódio à parte’”, conta. “A troca foi real, leve e muito humana do jeitinho que o público gosta de ver”, completa.

A visão de Day sobre as relações retratadas no programa tem relação direta com a própria vivência. Ela contou que já viveu um relacionamento com um coreano. “Antes, eu observava essas dinâmicas muito mais pelo viés cultural e até pelo romantismo que a gente acaba consumindo em doramas. Depois da experiência real, passei a enxergar as camadas que não aparecem tão facilmente”, explica.

Segundo ela, a experiência trouxe mais sensibilidade para perceber o que muitas vezes passa despercebido. “Eu consigo perceber quando algo não é frieza, mas cultura; quando não é falta de interesse, mas dificuldade de comunicação; e também quando existe um choque real de expectativas”, afirma. “Essa vivência me ensinou que amar alguém de outra cultura é lindo, mas exige escuta, maturidade e muita disposição para traduzir sentimentos”.

Ao comentar sobre os casais do reality, Day diz ter se identificado especialmente com um deles: “eu me reconheci muito claramente em uma das relações do programa, especialmente no casal Morena e Sunkim. A forma como eles se relacionavam, o cuidado, a entrega e a intensidade do sentimento me lembraram muito do relacionamento que eu vivi”, conta.

Ela conta que a história mexeu muito com ela, já que seu ex-namorado faleceu em decorrência de uma leucemia. “Assistir a essa história despertou emoções profundas, mas também um sentimento de amor e gratidão por tudo o que foi vivido”, relata. “O momento que mais me emocionou e onde eu realmente chorei foram as cenas da sogra com a Morena”, complementa.

Para ela, o vínculo com a família do parceiro é um aspecto pouco explorado quando se fala em relacionamentos interculturais. “Ver esse tipo de vínculo no programa reforça que o amor vai muito além do casal ele está no cuidado, na família e nos laços que permanecem, mesmo quando a vida muda de forma inesperada. Aqueles momentos me fizeram lembrar de muitas experiências que eu vivi. Inclusive, o meu nome coreano, Sohui, foi dado pela minha sogra e significa uma pessoa iluminada, positiva, com energia e que brilha”, compartilha.

Sobre o formato do programa, a criadora de conteúdo avalia que o reality consegue avançar na representação das diferenças culturais, embora reconheça os limites do formato televisivo. “Na minha visão, o reality avança bastante ao tentar retratar as diferenças culturais de forma mais sensível e acessível, mas é importante lembrar que o programa não transmite a vivência completa do dia a dia cultural”, avalia.

Segundo ela, fora das câmeras, os desafios são mais complexos. “A realidade envolve convivência diária, adaptação constante, choques culturais sutis, expectativas familiares e, muitas vezes, solidão”, pontua.

O doc-reality Meu Namorado Coreano é dividido em dois volumes, com o segundo sendo lançado nesta quinta-feira, dia 8, na Netflix. Além dos episódios principais, a produção conta com dois episódios extras dedicados aos reacts, reunindo convidados que comentam e analisam as relações apresentadas ao longo da temporada.

Quem é Day Broniczak?

Natural no Rio Grande do Sul, Daiana Broniczak, se mudou ainda no início da adolescência para Blumenau, cidade onde mora atualmente, dividindo a rotina também com São Paulo.

“Minha trajetória começou cedo. Trabalhei como modelo no Brasil e em Los Angeles, onde também estudei teatro”, conta.

Já a relação com a Coreia do Sul começou pelos dramas coreanos, mais conhecidos como doramas, e ganhou mais força quando começou a namorar um coreano. Com isso, decidiu se aprofundar no estudo do idioma e passou a ter vontade de criar conteúdos mostrando os encontros, diferenças culturais, sentimentos e aprendizados.

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